domingo, 28 de agosto de 2011

OURO 6/8

OS ALQUIMISTAS E O OURO



"Como processos misteriosos que envolvem ouro possuem um anel alquímico sobre eles, vamos dar uma olhada nos escritos do alquimista do século XVII, Irineu Filaleto.

Esse renomado filósofo britânico, venerado por Isaac Newton, Robert Boyle, Elias Ashmole e outros de sua época, concluiu um trabalho em 1667 intitulado Segredos Revelados.

Nesse tra­tado, ele discutia a natureza da Pedra Filosofal, da qual comumente se pensava que transmutava metal comum em ouro.

Com bons argumentos, Filaleto aponta que a própria Pedra era feita de ouro e que a arte alquímica residia em aperfeiçoar esse processo.

Ele afirmou:

 "Nossa Pedra nada mais é que ouro digerido no mais alto grau de pureza e sutil estabilidade... Nosso ouro, não mais vulgar, é o objetivo último da Natureza".

Em outro tratado intitulado Um Breve Guia para o Rubi Celestial24, Filaleto declara:

 "É chamado Pedra em razão de sua natureza fixa; resiste à ação do fogo tão bem quanto qualquer pedra.

Em espécie é ouro, mais puro do que o mais puro; é fixo e incombustível como uma pedra, mas sua aparência é de um pó bem fino".



Em seus escritos, Filaleto descreveu o ouro como "digerido", palavra associada intimamente com "consumido" (como na história de Moisés), significando, ambos, quebrar algo em partículas, ou em algo conveniente­mente reduzido para assimilação mental, física ou química." 

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